Função social da propaganda

Poderia ser uma família com avós em volta da mesa, todo mundo rindo por comer uma margarina tão gostosa e, ainda por cima, saudável, mas não.  São pessoas de todas as idades, carregando corações. Já faz algum tempo que a Becel lançou essa campanha de “se você pudesse ver o seu coração, cuidaria melhor dele?” e, mais do que ganhado consumidores, acredito que ela tenha impactado muita gente descuidada com a saúde – eu aí no meio.

Passo quase todos os dias pelo shopping Cidade e lá, na entrada da Rua São Paulo, existe um monumento à preguiça. Lado a lado, os visitantes têm todos os tipos de opções para subir um desnível de não mais de dois metros: duas escadas com degraus de larguras diferentes, rampa, e, veja só, uma escada rolante. Eu costumava ser uma vergonhosa adepta da escada rolante, mas, desde a última vez que vi a propaganda da Becel, comecei a me recusar a pegar essa escada.

No blog da Kika Castro, tem o post com a campanha contra subir um andar de elevador, que também cita a propaganda. No meu caso, é difícil evitar os elevadores. Trabalho no 14º andar, moro no 15º. Mas isso não é desculpa para o meu completo sedentarismo, afinal há mais coisas a se fazer do que subir e descer escadas e a propaganda da Becel vêm na minha mente, como um anjinho raivoso, a cada vez que fico sem fôlego para subir algum morro.

A propaganda:
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