Lisboa – Portugal, parte 4

Descemos a rua Augusta a cento e vinte por hora.

Descemos a rua Augusta a cento e vinte por hora.

Passamos por esse relojão (Arco da Rua Augusta) que tem a lógica antiga dos algarismos romanos (o 4 é IIII e não IV).

Passamos por esse relojão (Arco da Rua Augusta) que tem a lógica antiga dos algarismos romanos (o 4 é IIII e não IV).

Depois do relojão, estava a Praça do Comércio (ou terreiro do Paço), que fica junto ao rio Tejo.

Depois do relojão, estava a Praça do Comércio (ou Terreiro do Paço), que fica junto ao rio Tejo e também está envolvida na história do terremoto. Legal ler o artigo da wikipedia a respeito.

Era carnaval, então vi muitas crianças fantasiadas e fotografei loucamente.

Era carnaval, então vi muitas crianças fantasiadas e fotografei loucamente.

Logo ali no Tejo, fiz um book fotográfico (detalhe para o meu tênis de caminhada, indispensável em passeios turísticos!).

Logo ali no Tejo, fiz um book fotográfico (detalhe para o meu tênis de caminhada, indispensável em passeios turísticos!).

Ao pôr-do-sol, comprei passagem de trem na estação de Santa Apolônia para viajar no outro dia pra Porto.

Ao pôr-do-sol, comprei passagem de trem na estação de Santa Apolônia para viajar no dia seguinte pro Porto.

No final do dia, ainda fomos a um barzinho com os amigos portugueses do Alan. (continua…)

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