A procura pelo emprego (ou: por que estou nessa de novo)

Faz um ano em que me encontrava exatamente onde eu estou neste momento – à procura de um emprego. No ano passado, meu contrato com a empresa em que eu trabalhava remotamente acabaria no final de março. Eu adiei até o último mês para começar a busca. Tinha me programado para um período de procura de dois meses, mas acabei achando uma ótima oportunidade em menos de um – escrevi sobre a busca por emprego aqui.

A proposta tinha um salário bom e era em um cargo promissor numa empresa que estava nascendo, com grande potencial de crescimento. A oportunidade prometia ser quase tudo o que eu queria para o momento. No meu checklist, só faltou o fator “mudar o mundo para melhor”, mas acreditei que poderia transformar a realidade para chegar próximo a esse conceito – minha definição de mundo melhor é flexível. No dia dois de abril comecei meu novo emprego.

Cerca de cinco meses depois, já percebia que não estava me encontrando na nova empresa – apesar de ter ótimos colegas, estava tendo dificuldades em me engajar no modelo de negócios. Conversando com a esposa, decidimos esperar para que a situação profissional dela se definisse, o que daria também um tempo para finalização de projetos de que cuidava na empresa. Havia grande chance de mudarmos de cidade em 2019 (o que acabou não acontecendo), então, a mudança de emprego podia esperar.

Porém, em outubro do ano passado, o cabo de guerra interior e minha falta de motivação me levaram a pedir demissão – com o apoio da esposa. Desconsiderei todos os conselhos e pedi demissão sem ter algo em vista. Aliás, planejando um período sabático para me realinhar.

Foi a minha primeira experiência de escolha profissional que não terminou bem. Porém, essa escolha teve um impacto muito grande e por algum tempo fiquei me perguntando “onde errei” e duvidando um pouco da minha capacidade de encontrar oportunidades em que me encaixe. Durante esse tempo, esqueci completamente que, nas minhas outras duas experiências prévias, tinha acertado. E que o fracasso é parte da trajetória, mais uma experiência para o repertório.

Agora, já em paz comigo mesma, retorno para a busca de um emprego que empolgue, que remunere bem e que mude o mundo para melhor. Acredito que encontrarei – se alguém souber de algo na área de Marketing Digital ou Comunicação, para uma profissional experiente, pode falar ;).

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