A procura pelo emprego (ou: por que estou nessa de novo)

Faz um ano em que me encontrava exatamente onde eu estou neste momento - à procura de um emprego. No ano passado, meu contrato com a empresa em que eu trabalhava remotamente acabaria no final de março. Eu adiei até o último mês para começar a busca. Tinha me programado para um período de procura … Continue lendo A procura pelo emprego (ou: por que estou nessa de novo)

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Melancolia pré-eleições

Eu lembro bem do dia que o Trump venceu nos EUA. Acordei e li uma mensagem da amiga coreana, que já vivia a notícia há algumas horas. Fiquei muito triste e escrevi que o que mais doía não era bem ter um Trump como presidente de uma nação daquele tamanho, mas saber que o tipo … Continue lendo Melancolia pré-eleições

O que resta depois da Viagem

Eu sei bem o momento em que pensei: nada vai superar isto. A viagem tirou algo de mim. Foi no dia 19 de outubro de 2013, pouco depois das quatro da manhã (diante do pelotão de fuzilamento, o Coronel Aureliano Buendía havia de recordar aquela tarde remota em que seu pai o levou para conhecer o … Continue lendo O que resta depois da Viagem

Delírio da praia na infância

Eu espero os barquinhos na janela Que começam miudinhos e vão se engrandando As meninas que correm descalças na areia Uma flecha de sol colorida desbotar o horizonte   É uma origem de vida assim, de olhar as montanhas Como se fossem gente, e de pensar o mar Como se estivesse distante   A vida … Continue lendo Delírio da praia na infância

Ashram dos Beatles em Rishikesh

Decidi ir para Rishikesh por conta da referência que tinha pela história dos Beatles (que foram pra lá, ficaram hospedados em um Ashram e piraram e escreveram música e etc.). E olha que eu nem sou tão fã assim deles. Queria ver se conseguia um pouco da energia criativa que o lugar deveria ter. Na ida, o … Continue lendo Ashram dos Beatles em Rishikesh

Ano Novo no Ganges

6. Quando achei que era tempo bastante de meditação silenciosa às margens do Ganges, tirei os tênis e as meias. Assim que me levantei, quatro meninas pequenas me rodearam. Elas vendiam flores para serem jogadas no rio. “Madam”, “Madam”, “Flower, madam”. Os arranjos de calêndulas já estavam murchos e tristes, mas elas não aceitariam um … Continue lendo Ano Novo no Ganges

2015 – Um ano de reflexões e endurecimento

A música do meu 2015 fica com o Emicida, aquela que colou: Se 2014 foi o ano em que perdi o gosto por despedidas, em 2015 refleti bastante e endureci um pouco. Foi um período bem autocentrado e essa retrospectiva espelha o lapso egoísta: com licença mundo, há coisas que preciso fazer por mim antes. … Continue lendo 2015 – Um ano de reflexões e endurecimento